terça-feira, dezembro 08, 2009
terça-feira, novembro 03, 2009
Claude Lévi-Strauss

terça-feira, outubro 20, 2009
Hubble capta colisão de galáxias

http://www.cienciahoje.pt/index.php?oid=35909&op=all
sábado, outubro 17, 2009
MATA HARI

quinta-feira, outubro 01, 2009
Dia Internacional da Música
sábado, agosto 29, 2009
domingo, agosto 09, 2009
sexta-feira, agosto 07, 2009
A porta de Brandenburg

A Porta de Bradenburg começou por ser uma porta de uma fortaleza construida após a Guerra dos 30 anos, por volta de 1658.
Na 2ª metade do séc. XVIII, a expansão da burguesia berlinense e a influência do rei Frederico Gilherme II, levou a um novo plano de urbanização da cidade de Berlim e à reconstrução de uma nova porta inspirada na Acrópole de Atenas, mas só quase nos finais do secúlo XVIII a nova porta foi construída.
A obra durou dois anos, de 1789 a 1791, seguindo um projeto do arquiteto Carl Gotthard Langhans (1732–1808). Suas medidas: 26 metros de altura, 11 de profundidade e 65 de largura. Sob ele, cinco passagens entre seis colunas dóricas. Quando foi aberto ao trânsito, ainda lhe faltavam as esculturas de Johann Gottfried Schadow (1764–1850) e a quadriga com a deusa da paz Eirene, mas tanto o arquiteto, quanto o escultor e os herdeiros da fundição de Vicenz Jury tinham em mente, desde o início da obra, como elas deveriam ser.

A quadriga foi instalada em seu lugar em 1793, mas durou pouco anos lá. Quando as tropas francesas chegaram a Berlim em outubro de 1806, através do portão, o destino da peça de cobre estava selado. Em dezembro, Napoleão determinou sua retirada e enviou-a para Paris, como troféu de guerra.
Somente em abril de 1814, após a guerra de libertação, a quadriga seria trazida de volta da capital francesa para a alemã e novamente montada sobre o Portão de Brandemburgo. Por vontade do rei Frederico Guilherme 3º, a peça de cobre foi acrescida de uma cruz de ferro e da águia prussiana, concebidas pelo artista Karl Friedrich Schinkel, e passou a ser dedicada à deusa Vitória.
Nos últimos dias da Segunda Guerra Mundial, em maio de 1945, o portão e a quadriga foram danificados. Berlim acabou dividida em quatro setores, ficando o portão no lado soviético. Por ironia do destino, a obra recuperou sua função original de divisória. No caso, entre os setores soviético e britânico, leste e oeste, Berlim Oriental e Ocidental. Mas ainda se podia atravessá-lo livremente.
Para restaurar o monumento, os dois lados acertaram dividir os custos. Berlim Oriental assumiria a reforma do portão, enquanto o lado ocidental refundiria a quadriga. Em julho de 1958, a reforma estava encerrada. Em 1º e 2 de agosto, a quadriga, fundida em partes, foi remontada na praça Pariser Platz, do lado soviético. No entanto, na noite para 3 de agosto, sem qualquer aviso, a peça foi levada para Marstall, em Berlim Oriental, onde na noite de 16 de setembro a cruz de ferro e a águia prussiana – tidas como símbolos do militarismo alemão – foram retiradas.
Em 27 de setembro de 1958, a quadriga mutilada foi finalmente instalada no alto do Portão de Brandemburgo. No entanto, ao se colocar a nova peça em seu lugar, mudou-se sua posição. Para ira dos berlinenses ocidentais, os cavalos galopavam de frente para o setor soviético, mostrando as ferraduras para o britânico. A inversão provocou em vão atritos entre os habitantes de ambos os lados.
As decisões unilaterais de Berlim Oriental sobre o portão atingiriam seu ápice em 14 de agosto de 1961, com sua interdição, um dia após o fechamento de todas as fronteiras do setor soviético com os setores britânico, americano e francês. A área ao redor do Portão de Brandemburgo foi isolada e um muro, erguido, partindo a cidade em duas, sem que o portão as interligasse.
O local ficou bloqueado ao trânsito de veículos e pessoas durante quase 30 anos. Somente com a queda do Muro de Berlim, na noite de 9 para 10 de novembro de 1989, voltou a esperança de sua reabertura. Em 22 de dezembro daquele ano, o portão passaria a ser reutilizado como passagem de fronteira. Poucos meses depois, o muro havia desaparecido.
Hoje, a área está completamente reurbanizada e o Portão de Brandemburgo, em vez de separar, une o centro histórico da capital alemã ao Tiergarten, ao Reichstag (sede do Parlamento) e à moderníssima praça Potsdamer Platz. A partir de 7 de março de 1998, os automóveis voltaram a atravessar o portão, de leste para oeste. Na direção contrária, no entanto, precisavam contornar o monumento. Entretanto, mais tarde o trânsito de veículos foi completamente suspenso e hoje só pedestres cruzam o portão.
Desde 1991, a cruz de ferro e a águia prussiana estão de volta à quadriga, mas os cavalos continuam de frente para o leste.
domingo, agosto 02, 2009
Canção dos Nibelungos-- Património da Humanidade

A epopeia medieval anónima inspirou artistas durante séculos – entre os quais o compositor Richard Wagner e o cineasta Fritz Lang – e agora passa a pertencer ao catálogo do patrimônio documental da humanidade
A Canção dos Nibelungos é um notável exemplar da épica européia, comparável às epopeias de Homero na Grécia Antiga. Esse poema heróico medieval narra o amor do subjugador de dragões Siegfried à princesa burgúndia Kriemhild, a morte de Siegfried por Hagen e a vingança de Kriemhild com auxílio do rei dos hunos, Etzel, causa do declínio do Reino da Burgúndia.
A Canção do Nibelungos foi escrita por volta de 1200 por um poeta hoje desconhecido, encomendada pelo então bispo de Passau, Wolfger von Erla. A saga consiste de 2.400 estrofes. O fundo histórico da epopeia é a vitória dos hunos sobre os burgúndios no ano de 436.
Os três mais importantes e mais completos manuscritos do poema estão guardados na Biblioteca Estatal da Baviera, em Munique, na Biblioteca Estadual de Baden, em Karlsruhe, e na biblioteca do Mosteiro de Sankt Gallen, na Suíça. O chamado Manuscrito C, conservado em Karlsruhe e considerado o mais antigo registro da Canção dos Nibelungos, data do século 13.
quinta-feira, julho 30, 2009
"As Farpas" de Eça de Queirós
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'As Farpas' de Eça de Queirós
133 anos depois........
«O país perdeu a inteligência e a consciência moral.
Os costumes estão dissolvidos, as consciências em debandada, os caracteres corrompidos.
A prática da vida tem por única direcção a conveniência.
Não há princípio que não seja desmentido.
Não há instituição que não seja escarnecida.
Ninguém se respeita.
Não há nenhuma solidariedade entre os cidadãos.
Ninguém crê na honestidade dos homens públicos.
Alguns agiotas felizes exploram.
A classe média abate-se progressivamente na imbecilidade e na inércia.
O povo está na miséria.
Os serviços públicos são abandonados a uma rotina dormente.
O Estado é considerado na sua acção fiscal como um ladrão e tratado como um inimigo.
A certeza deste rebaixamento invadiu todas as consciências.
Diz-se por toda a parte: o país está perdido!»
Isto foi escrito em 1871, por Eça de Queirós, no primeiro número de "As Farpas"
quinta-feira, julho 23, 2009
segunda-feira, julho 20, 2009
O homem na Lua
A actividade científica aumentou e a tecnologia não parou de evoluir, A corrida ao espaço foi um dos grandes avanços do pós-guerra, A disputa entre soviéticos e americanos foi talvez a única competição válida no contexto da Guerra Fria que domina grande parte da segunda metade do século XX.
A comunicação do presidente Kennedy ao Congresso Americano apelando á Comunidade Científica para que os EUA entrassem na corrida ao espaço.
Sete anos depois . o objectivo cumpriu-se e o primeiro homem americano pisou a lua.

Faz hoje 40 anos.
quarta-feira, julho 08, 2009
Prémio Unesco para Lula da Silva
Nelson Mandela e Frederik W. De Klerk da África do Sul; Yitzhak Rabin e Shimon Peres de Israel e Yasser Arafat da Palestina; Xanana Gusmão de Timor-Leste; Rei Juan Carlos de Espanha e o antigo presidente dos Estados Unidos Jimmy Carter; Abdoulaye Wade do Senegal e o antigo presidente da Finlândia Martti Ahtisaari; Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados; Comunidade de Santo Egídio, Itália; já foram distinguidos com o mesmo prémio que inclui um cheque de 122 mil euros, uma medalha em ouro e um diploma assinado pelo director-geral da UNESCO .
sábado, julho 04, 2009
PINA BAUCH
sexta-feira, julho 03, 2009
O MUNDO ESTÁ MAIS POBRE
Menino prodígio,impos-se no panorama musical não só pela sua voz,pela sua dança, mas também pela sua irreverência.
De escandâlo atrás de escândalo, preparava-se para mais uma tournée, provavelmente a última.
Um dos poucos artistas a entrarem duas vezes no Rock And Roll Hall of Fame, ganhou muitos outros prêmios,uma série de recordes certificados pelo Guinness World Records - um deles para Thriller como o álbum mundialmente mais vendido de todos os tempos - dezenove Grammys em carreira solo e seis Grammys com The Jacksons e 41 canções nos tops como cantor solo.
Como o tempo passa.....
Foi uma partida momentânea.
Acreditem que estou de volta...
Sem promessas de regularidade, mas com a vontade de estar presente...
quarta-feira, dezembro 31, 2008
domingo, fevereiro 10, 2008
Maria Malibran

Maria Felicia Garcia (Malibran) nasceu em Paris a 24 de Março de 1808 no seio de uma família de músicos.No verão de 1836, em Manchester,caiu de um cavalo e morre seis meses depois.Vivia em Inglaterra, grávida e no auge da sua glória, como artista e como mulher. Já depois de sofrer o acidente, continuou a cantar - apresentava-se em palco de muletas - e a honrar os seus compromissos.
Maria Malibran tinha tudo de uma diva: as suas performances eram tão realistas que chegou a ser acusada de comportamento indecente, nas cenas de amor, em palco. Era compositora, desenhava esplendidamente, escrevia copiosamente - principalmente cartas - e cantava em cinco línguas. A sua carreira meteórica durou apenas oito anos, mas o seu legado é excepcional. Alfred de Musset e Lamartine dedicaram-lhe versos sentidos e entusiásticos e grandes compositores da época como Liszt e Chopin eram seus fervorosos admiradores. Maria Malibran, juntamente com a sua eterna rival Giuditta Pasta possuía um timbre especialíssimo a que os especialistas chamam de soprano sfogato, uma qualidade que lhe permitia entregar-se a momentos de intenso dramatismo em conjunto com variações vocais puras como trinados, harpejos, escalas e alterações súbitas de registo. Mas, mais do que toda a sua incontestável genialidade vocal, a sua vida, tão curta e intensa, fez dela um ícone para a eternidade.
quarta-feira, janeiro 02, 2008
2008

No final do ano, é normal fazerem-se balanços e previsões para o ano seguinte.
Falar de 2007 é dizer que foi mais um ano com coisas boas e más na perspectiva de cada um, que se viveu melhor ou pior, mas que acabou sempre por deixar a sua marca.
A nível local, tirando a inauguração do açude e o aparecimento do Mar de Abrantes, diria que tudo o resto não passou de “faits divers” que não alteraram a cidade nem a pacatez do seu dia a dia. Uma cidade cada vez mais morna, onde nada acontece ou melhor, onde os dias se sucedem num ritmo lento, sem iniciativas, como que adormecida. Para ela , em 2008 não prevejo melhorias , a não ser que apareça uma fada mágica, que com a sua varinha de condão, lhe dê vida, alegria, vontade de viver.
Em relação ao país, foram mais as gaffes que os factos, mas o descontentamento dos portugueses aumentou. A polémica do novo aeroporto é telenovela que ainda não terminou e a pseudo desertificação da margem sul do Tejo marcaram um ano, em que a subida de impostos, o empobrecimento dos portugueses foi cada vez maior. A Presidência da União Europeia por Portugal, mostrou sobretudo que os nossos políticos, adoram a Europa, mas esquecem-se deste pequeno jardim à beira-mar plantado. 2008 vai continuar com a telenovela Ota/Alcochete: referendo ou não referendo do Tratado de Lisboa; remodelação governamental ou não; descida ou não de impostos. Independentemente de tudo isto, uma coisa é certa, o estilo de governação vai-se manter e a má qualidade de vida dos portugueses também.
A nível internacional muitos factos se poderiam referir, contudo gostaria apenas de referir a morte de Benazir Bhutto, uma mulher que toda a vida lutou pela paz e pela democracia no seu país. Quanto ao futuro, bem sejamos optimistas. Acreditemos que a Paz suplantará tudo o resto, que os nossos sonhos se concretizarão
Que o lema de 2008 seja os versos de António Gedeão :
Eles não sabem, nem sonham,
que o sonho comanda a vida,
que sempre que um homem sonha
o mundo pula e avança
como bola colorida
entre as mãos de uma criança.
Bom Ano de 2008



